ZF apresenta travão de estacionamento elétrico frontal

Texto: David Espanca
Data: 16 Março, 2020

Pioneira no que diz respeito aos travões de estacionamento elétrico frontal, a ZF acaba de alargar esta gama aos veículos mais pequenos, com um sistema de travagem avançado sem que tenha de ser dotado do clássico travão de mão.

 

Hoje em dia, é uma prática comum verem-se automóveis dos segmentos alto, médio e compacto munidos de travão de estacionamento elétrico (EPB), mas até há bem pouco tempo era impensável nos modelos mais pequenos e muito pequenos.

Com a produção em série do primeiro EPB frontal da indústria, a ZF consegue que esta tecnologia seja instalada em segmentos de automóveis mais pequenos. Por exemplo, a alavanca do travão de mão pode ser substituída por um interruptor compacto, criando mais espaço no interior do veículo. A produção em série está atualmente a decorrer na Coreia e na China.

 

“Maior segurança e conforto”

De acordo com Manfred Meyer, vice-presidente sénior de engenharia da divisão de segurança ativa da ZF, “a tecnologia EPB frontal da ZF é uma verdadeira inovação da indústria”. Mesmo os fabricantes de automóveis pequenos e muito pequenos, explica, “podem agora utilizar o EPB com todas as suas vantagens”. Para além disso, “os condutores beneficiam de maior segurança e de conforto melhorado”.

Para além da função clássica de travão de estacionamento, o EPB também facilita o arranque em subida, por exemplo, com a função “auto-hold”. Em cidade ou em engarrafamentos, o sistema de travagem também aumenta significativamente o conforto de condução graças à função “stop-and-go”. Além disso, a maior distribuição de carga estática no eixo dianteiro dá suporte a um aumento da segurança no estacionamento do veículo em declives escorregadios.

“É mais um exemplo de como a ZF adapta a tecnologia que tem sido bem-sucedida no mercado a requisitos específicos dos veículos e do mercado. Desta forma, transferimos as vantagens do produto do travão de estacionamento elétrico para outros segmentos de veículos “, conclui Manfred Meyer.

 

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