Pirelli. Novo composto para o GP de Espanha de F1


Data: 10 Maio, 2016

 

A Pirelli, fornecedor exclusivo de pneus para a F1, anuncia a nomeação de um novo composto para o GP de Espanha da modalidade. Os três eleitos para este GP foram os duro, macio e médio.

Há um novo composto nomeado para o GP de Espanha de F1, diferente dos habituais compostos (médio, macio e supermacio) escolhidos nos primeiros quatro grandes prémios. Para o circuito da Catalunha, os compostos duro, médio e macio foram os nomeados para lidar com as elevadas cargas de energia que a esta pista possui. A maioria das equipes focou-se nos pneus macios ao invés do composto duro.

Do ponto de vista dos pneus, a Pirelli afirma que o circuito da Catalunha é um circuito com uma grande carga de energia para os pneus, especialmente a curva 3, uma longa curva para a direita. Uma vez que os testes de pré-época aconteceram neste circuito, as equipes possuem muitos dados relevantes já retirados na presente época. O asfalto rugoso com curvas rápidas apresenta um excelente teste de resistência aos pneus, cujo desgaste e degradação são elevados. Assim, deveremos assistir a várias paragens para troca de pneus. Barcelona é um circuito exigente para a dianteira dos automóveis, especificamente para o pneu dianteiro esquerdo, que é particularmente afetado. Além disso, este é um circuito com uma elevada carga aerodinâmica, aumentada pela carga de pressão vertical exercida nos pneus.

 

OS TRÊS COMPOSTOS NOMEADOS:

  • Composto Duro (Laranja): Pela primeira vez nesta época, no entanto nenhum piloto escolheu mais que um jogo. (um conjunto foi nomeado pela Pirelli como obrigatório para a corrida).
  • Composto Médio (branco): Um composto versátil que é o melhor compromisso entre o desempenho e durabilidade.
  • Composto Macio (amarelo): Um segundo mais rápido que o composto médio (branco) em Barcelona, mas não deverá durar muito tempo.

 

Paul Hembery, Diretor Pirelli Motorsport, diz, a este respeito: “Espanha proporciona sempre um grande teste aos pneus, devido ao traçado do circuito e às suas elevadas cargas de energia, para mais e especialmente este ano, com a grande maioria das equipes a optar pelos compostos macios. Claro que estão a basear-se nos dados recolhidos nos testes pré-época, no entanto nesta altura do ano as condições estão muito mais quentes. Como resultado, vamos assistir a um elevado desgaste e respetiva degradação, contribuindo para um aumento de paragens, que claramente abre diversas opções de estratégias para o grande prémio.”

 

Após o Grande Prémio haverá um período de testes durante dois dias, nos quais as principais equipas estarão presentes.

Partilhar