Nissan. Primeiras imagens da nova NV-300


Data: 25 Maio, 2016

O novo furgão da marca, que chega no outono e vai substituir a Primastar, vai ser revelado durante a final da Liga dos Campeões, de que a Nissan é patrocinadora oficial.

A Nissan deu hoje a conhecer os primeiros teasers para a nova NV-300, modelo que vem substituir a PrimaStar e que se coloca no segmento dos furgões de dimensões médias, entre os NV-200 e NV-400 da marca nipónica. “Versatilidade, Estilo e Sentido Prático” são atributos que a marca diz que vão ser característicos deste veículo, disponibilizado em diversas versões e incluindo a opção para transporte de passageiros, denominada ‘Combi’. Segundo afirma a Nissan, com a chegada deste modelo a marca vai passar a “dispor de uma das gamas de veículos comerciais mais ampla do mercado”.

Embora apenas tenham sido reveladas duas fotos, uma com parte da frente descoberta e outra com a denominação do furgão, foi já anunciada a data da apresentação, que vai ocorrer num palco de notoriedade mundial. Será no próximo sábado, dia 28 de maio, que a NV-300 terá a sua primeira aparição pública, e logo na final da Liga dos Campeões, ficando, por exemplo, com a importante responsabilidade de transportar a bandeira da Champions até ao centro do relvado durante o intervalo do jogo que vai decidir o vencedor da prova.

A Nissan enfatizou ainda o facto da NV-300 integrar alguns dos códigos estilísticos característicos da filosofia de design ‘Emotional Geometry’ que está implementada nos SUV e Crossover da marca (X-Trail, Qashqai e Juke). Entre as linhas foi já destacado o formato em “V” na grelha dianteira a envolver o símbolo da Nissan, elemento que tem sido transversal aos modelos revelados mais recentemente pelo fabricante nipónico. Com a maioria dos pormenores a estarem ainda no segredo dos deuses, a Nissan destacou ainda no seu site internacional destinado à imprensa que quando chegar ao mercado europeu, durante o próximo outono, a nova NV-300 vai ter uma garantia “única no segmento” de 160 000 km ou cinco anos.

Por Nuno Fatela

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