Gates. Correias de distribuição para óleo quente da Gates


Data: 29 Abril, 2014

Utilizados inicialmente em geradores, cortadores de relva e bombas de água, a Gates tem vindo a fabricar transmissões para óleo quente (fruto do avanço tecnológico) em motores automóveis, acionando a árvore de cames, a cambota e a transmissão da bomba de óleo, substituindo os sistemas tradicionais de transmissão por corrente.

A Gates trabalha em vários projetos, sempre em estreita cooperação com os fabricantes automóveis de equipamento de origem (OE). Os motores compactos mais recentes ocupam menos espaço e pesam significativamente menos do que motores anteriores. Os motores compactos serão muito mais pequenos no futuro. De facto, um motor de produção em serviço, com tecnologia de correias de transmissão resistentes a óleo quente, tem uma pegada não maior que uma folha de papel de tamanho A4.

Em 2008, a Ford alterou o seu sistema de cambota para o design de bomba de combustível no novo motor a gasóleo de 1.8 litros com Common Rail, de uma corrente e roda dentada para um sistema de correia em banho de óleo (BIO) ou em óleo quente. Desde então, seguiram-se outras aplicações de cambota/came na Ford com o seu motor Eco boost 1.0 de três cilindros, motor PSA de 3 cilindros série EB e também aplicações de acionamento de bombas de óleo em motores diesel com Common Rail de VW TDI 1.6 e 2.0 litros.

A construção mais recente do sistema de correias de transmissão em banho de óleo quente da Gates excede a durabilidade das atuais aplicações no mercado de produção em série de correias para óleo quente. A correia tem de resistir a uma agressão contínua por parte de todos os tipos de óleos e aditivos que podem ser usados nos motores, funcionando sob um vasto leque de condições de operação, temperaturas e ambientes diferentes em todo o mundo. As propriedades das correias devem ser capazes de resistir ao pior cenário possível. Um exercício de mapeamento tem vindo a seguir todos os produtos químicos e alterações químicas que ocorrem no óleo de motor ao longo da sua vida e quais os seus efeitos nos materiais das correias e propriedades físicas.

Todos os materiais têm sido testados estaticamente a temperaturas elevadas, até +1500C ou a temperaturas máximas dependentes do ponto de ebulição do produto químico por períodos de tempo definidos. As propriedades das correias foram assim medidas e classificadas para compreender os danos causados nos subcomponentes da correia. Os produtos químicos mais prejudiciais em diferentes níveis de concentração foram depois utilizados em plataformas dinâmicas onde são feitos os testes da Gates para que o nosso componente do sistema seja validado de acordo com as prescrições dos fabricantes de equipamento de origem (OE).

 

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