Axalta. Investe 5 milhões em investigação


Data: 5 Novembro, 2013

Axalta Coating Systems, fornecedor líder global de pintura líquida e em pó, investiu 5 milhões de dólares num novo reactor piloto que começou as operações de apoio à investigação de revestimentos com base em polímeros e a expandir as suas actividades no seu Centro Tecnológico de Revestimentos (CTR) em Wilmington, Delaware, EUA.

O sistema de última geração do reactor está associado a um processo completo de automatização e a um sistema de controlo que permite um domínio total e preciso sobre as quantidades dos ingredientes e das condições críticas do processo, tais como a temperatura e pressão. Este alargamento permitirá o aumento das capacidades de desenvolvimento do produto e acelerará a produção e a introdução de polímeros de próxima geração que proporcionam melhores propriedades de desempenho e, deste modo, ir ao encontro das expectativas dos clientes. Os polímeros produzidos a partir do reactor piloto podem ser utilizados tanto nos produtos tradicionais com base solvente como em revestimentos com base aquosa, mais amigos do ambiente.

“Os revestimentos têm a ver com aspecto e desempenho,” explicou Axalta Chairman e CEO Charles Shaver. “O nosso objectivo é proporcionar aos nossos clientes os melhores revestimentos possíveis, àqueles que secam mais rápido, que aderem melhor, fornecer as últimas tendências em cor e os produtos de melhor tecnologia para o mercado.”

 

O novo reactor piloto é um componente chave na progressão de uma variedade de tecnologias de polímeros que vão apoiar o desenvolvimento de revestimentos inovadores. Formulações que funcionam num ambiente laboratorial podem não ser transferidas, de forma consistente, para uma produção à escala industrial completa. O reactor piloto, também conhecido como unidade de pequena produção, é um sistema de fabricação em pequena escala que permite que a formulação de novos polímeros seja produzida de forma equivalente à produção à escala industrial. Uma capacidade melhorada de produção sem falhas significa uma maior rapidez na introdução do produto no mercado e por essa via, chega mais rápido aos nossos clientes.

“O nosso reactor em Wilmington vai permitir que fabriquemos e testemos novos conceitos de polímeros de forma mais célere e com períodos mais curtos de ciclos e assim apresentá-los no mercado mais depressa do que antes,” disse Panos Kordomenos, Senior Vice President para Research & Development na Axalta.

O CTR é o centro mundial para a pesquisa e o desenvolvimento da Axalta, incluindo o trabalho realizado pela sua equipa especializada na tecnologia de polímeros. A nova unidade vai complementar as capacidades de pesquisa já existentes de polímeros da Axalta na Europa, Ásia-Pacífico e América Latina, proporcionando a produção de polímeros de vanguarda aumentando os recursos para poder desenvolver as tecnologias dos polímeros do futuro para os clientes de todo o mundo.

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