Shell – Liderança no mercado global de lubrificantes


Data: 3 Janeiro, 2017

Shell manteve liderança no mercado global de lubrificantes em 2016, com uma taxa de penetração superior a 11%.

A Shell Lubrificants manteve, pelo décimo ano consecutivo, a liderança no mercado global de lubrificantes, com uma taxa de penetração estimada de 11,6%, segundo revela o relatório relativo a 2016 da “Kline & Company’s Global Lubricants Industry: Market Analysis and Assessment”.

Esta liderança deve-se às vendas estimadas de lubrificantes em todo o mundo, entre 4400 e 4600 milhares de toneladas. Desse total, 36% destinaram-se ao setor automotive consumidores, 34% ao setor industrial e 30% ao setor automotive comercial.

Segundo salienta a Spinberg, que representa a Shell Lubrificants em Portugal, este sucesso “fica a dever-se ao foco no cliente, à inovação contínua ao nível de produtos e serviços, à liderança tecnológica, ao investimento na marca e a uma equipa forte e motivada”.

Um dos elementos diferenciadores e que fortemente terá contribuído para estes resultados foi a tecnologia GTL (Gas-to-Liquid), que desde 2014, tem vindo a ser incorporada nos lubrificantes Shell: primeiro na gama Shell Helix, mais recentemente na gama Shell Rimula, e num futuro próximo em algumas gamas do portefólio industrial. Esta tecnologia única consiste num processo revolucionário que permite converter gás natural num óleo de base sintética de elevada qualidade e completamente cristalino.

No futuro, a Shell pretende continuar a apostar na construção de uma relação próxima e robusta com os seus clientes e com as indústrias com quem colabora, incluindo os principais fabricantes mundiais: BMW AG, Hyundai, Aliança Renault-Nissan, Fiat Chrysler Automobiles Group, Toyota, Daimler AG, General Motors, Ducati, Man, Suzuki, Siemens, General Electric. A Spinerg adianta que “este enfoque permitirá continuar a oferecer soluções integradas de produtos e serviços inovadores que vão de encontro às necessidades cada vez mais exigentes dos clientes, respondendo em simultâneo aos desafios energéticos que a nossa civilização atravessa”.

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