Participação estrangeira aumenta para 20% no expoMecânica 2018

Texto: Carlos Moura
Data: 31 Março, 2018

Mais de 200 expositores já confirmaram a sua participação no expoMecânica 2018, que se realiza nos pavilhões da Exponor entre os dias 22 e 25 de abril. A comitiva empresarial estrangeira aumentou significativamente a sua representação.

A expoMecânica 2018 viu aumentar significativamente a participação de expositores estrangeiros, que vão representar cerca de 20% do total. A organização já garantiu a presença de 44 empresas de países diferentes. Desse total, 57% são espanholas. Pela primeira vez, a feira terá um pavilhão internacional, organizado pela Câmara de Comércio Italiana em Portugal.

No total, já estão inscritas 215 empresas e entidades, o que representa um aumento de 31% (51 expositores) relativamente à edição anterior. O espaço de exposição, definido em 14 mil metros quadrados, está 38% acima do de 2017. O Salão exibe um alto índice de fidelização, tem conseguido a adesão de importantes fabricantes e reconhecidos representantes exclusivos de algumas marcas conceituadas do aftermarket, e conquistou mais 73 novas empresas, que irão estar presentes pela primeira vez.

Para a KiKai Eventos, entidade dinamizadora do certame, estes indicadores “sinalizam que o setor do pós-venda português está num momento de confiança económica, com expectativas de crescimento gradual e em linha com a estatística que aponta a curva ascendente na produção e comercialização automóvel no nosso País», segundo afirma José Manuel Costa, diretor-geral da KiKai.

O número de expositores confirmados para esta quinta edição do expoMecânica contribui para o reforço da posição deste certame como o maior de sempre na área do após-venda em Portugal. O evento será uma montra das mais recentes soluções e inovações nas áreas de peças e sistemas, tecnologias de informação e gestão, reparação e manutenção, acessórios e customização, e estações de serviço e lavagem.

Embora ainda não existam em Portugal estatísticas precisas do setor, como nota Joaquim Candeias, presidente da Divisão do Comércio Independente de Peças (DPAI) da Associação Automóvel de Portugal (ACAP) e um dos diretores da federação europeia (a FIGIEFA) que representa politicamente em Bruxelas os distribuidores da atividade, o volume de negócios no pós-venda independente luso andará entre os 2,5 e os três mil milhões de euros, condição que “tem sido consolidada2 nos últimos anos.

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